Resenha| A Caverna de Cristal

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Título: A Caverna de Cristal 

Autora: Mary Stewart

Editora: Hunter Books

Série: Trilogia de Merlin – 01

nº de pgs: 464

Sinopse: Perfeito para os amantes da literatura fantástica, este livro traz a saga do lendário Merlin – o maior mago de todos os tempos em uma narrativa autobiográfica envolvente e muito emocionante.
Mary Stewart, de forma brilhante, dá voz ao mito e, através das palavras do próprio mago, podemos entrar em contato direto com esse personagem e reviver a célebre história em uma verdadeira viagem no tempo.
Aqui, acompanharemos toda a trajetória de Merlin, do menino bastardo e desprezado, acusado de ser filho do demônio, ao mago engenhoso que se tornaria o arquiteto-mor da Bretanha unida e guardião do rei Arthur.

Myrddin Ermys, ou Merlin, como mais tarde ficaria conhecido, era o neto bastardo de um rei bretão e passou boa parte de sua infância desconhecendo sua verdadeira história. Filho da princesa Niniane, teve a identidade de seu pai guardada a sete chaves por sua mãe que, para proteger o filho, fez com que todos acreditassem que o menino seria filho de um demônio que a havia seduzido sob forma humana, o que lhe rendeu a alcunha de príncipe das trevas e trouxe muita dificuldade para sua vida.
Merlin era uma criança diferente das outras, calado e com interesses diferentes das outras crianças, o que o reforçava a crença de íncubo e aumentava o temor de todos, o afastando cada vez mais do convívio das pessoas.
Com o tempo, o menino começaria a se aventurar além dos muros do palácio onde vivia, até o dia que encontra o lugar onde a grande mudança de sua vida teria início. Merlin chega a caverna de cristal e conhece Galapas, um velho eremita que se tornaria seu grande mestre e o ajudaria a entender e desenvolver o dom da visão, que ele já possuía.
Com a morte de seu avô, o rei, seu tio Camlach, vendo nele uma ameaça aos seus planos de reinado, decide matá-lo. Pressentindo o perigo, Merlin decide fugir e dá início a viagem que o levaria de encontro com seu passado desconhecido e o mudaria não só o seu destino, mas o destino de muitos.

Eu ouvi “Merlin”?

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Resenha| Winter

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Título: Winter

Autora: Marissa Meyer

Editora: Rocco

Série: Crônicas Lunares – 04

nº de pgs: 688

Sinopse: Bestseller do The New York Times, a série Crônicas Lunares conquistou os leitores com sua releitura high-tech de contos de fadas tradicionais. Depois de Cinder, Scarlet e Cress, inspirados, respectivamente, nas histórias de Cinderela, Chapeuzinho Vermelho e Rapunzel, Marissa Meyer entrega a eles o último capítulo da série, em que reconta a história de Branca de Neve com tintas distópicas. Na trama, a princesa Winter vive subjugada por sua madrasta, Levana, que inveja sua beleza e não aprova os sentimentos da jovem pelo amigo de infância e belo guarda real Jacin. Mas Winter não é tão frágil quanto parece, e, junto com a ciborgue Cinder e seus aliados, a jovem princesa é capaz de ini¬ciar uma revolução e vencer uma guerra que já está em andamento há muito tempo. Será que Cinder, Scarlet, Cress e Winter podem derrotar Levana e encontrar seus finais felizes?

Eu enrolei muito para pegar esse livro, porque não queria acabar essa série que amo tanto e me despedir dos personagens. Mas o momento de lê-lo chegou e gente… que desfecho incrível! Por mim, só dizia isso e acabava a resenha aqui mesmo, mas vamos lá explicar melhor essa história.

~ Contém spoilers dos livros anteriores ~

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Resenha| O Circo da Noite

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Nome: O Circo da Noite

Autora: Erin Morngestern

Editora: Intrínseca

Livro único

nº de pgs: 365

Sinopse: Sob suas tendas listradas de preto e branco uma experiência única está prestes a ser revelada: um banquete para os sentidos, um lugar no qual é possível se perder em um Labirinto de Nuvens, vagar por um exuberante Jardim de Gelo, assistir maravilhado a uma contorcionista tatuada se dobrar até caber em uma pequena caixa de vidro ou deixar-se envolver pelos deliciosos aromas de caramelo e canela que pairam no ar.
Por trás de todos os truques e encantos, porém, uma feroz competição está em andamento: um duelo entre dois jovens mágicos, Celia e Marco, treinados desde a infância para participar de um duelo ao qual apenas um deles sobreviverá.
À medida que o circo viaja pelo mundo, as façanhas de magia ganham novos e fantásticos contornos. Celia e Marco, porém, encaram tudo como uma maravilhosa parceria. Inocentes, mergulham de cabeça num amor profundo, mágico e apaixonado, que faz as luzes cintilarem e o ambiente esquentar cada vez que suas mãos se tocam.
Mas o jogo tem que continuar, e o destino de todos os envolvidos, do extraordinário elenco circense à plateia, está, assim como os acrobatas acima deles, na corda bamba.

A leitura desse livro não é apenas para conhecer uma história, é uma verdadeira experiência.

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Resenha| Venetia e o Libertino

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Título: Venetia e o Libertino

Autora: Georgette Heyer

Editora: Record

Livro Único

nº de pgs: 336

Sinopse: Para qualquer jovem que vivesse no interior da Inglaterra em 1818, a felicidade poderia ser resumida em beleza, educação e um bom casamento. Contudo, Venetia Lanyon não é como a maioria das moças e, na verdade, a ideia de matrimônio não lhe cativa. Mas um encontro atípico faz com que ela conheça um vizinho de péssima reputação, lorde Damerel, famoso por ter fugido anos antes com uma mulher casada. A jovem Venetia vê-se então atraída por um libertino cujo estilo de vida escandaliza a região há anos. Ela deverá descobrir se é correspondida e se o amor seria capaz de mudar as pessoas.

Quando uma personagem é tão incrível que você quer tê-la como amiga.

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Resenha| Uma Noite Como Esta

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Título: Uma Noite Como Esta

Autora: Julia Quinn

Editora: Arqueiro

Série:  O Quarteto Smythe-Smith 02

nº de pgs: 272

Sinopse: Daniel Smythe-Smith passou três anos exilado na Itália depois de um duelo com seu amigo, o gênio matemático Hugh Prentice, e quase o fez perder uma perna. Com isso o pai de Hugh, Lorde Ramsgate, o ameaçou dizendo que se ele não saísse do país seria morto, mas um dia ele recebe a visita de seu amigo, que o libera para voltar à Inglaterra…
Ele volta justamente no dia da apresentação do Quarteto, mas encontra uma pessoa diferente ao piano (já que sua prima Sarah fingiu estar doente para não participar, Anne Wynter, a governanta das irmãs dela a substituiu), ao olhar para ela, ele fica encantado e, ao final da tortura apresentação ele corre para encontrá-la. Ao vê-la, não resiste e a beija, mesmo sem conhecê-la direito e ela, depois de um tempo escapa dele e se esconde.
Por falar em se esconder, Anne Wynter (ou melhor, Annelise Shawcross) esconde seu passado de todos, pois ela teve que se afastar de sua família, após ser enganada e humilhada por seu amado, que prometeu se casar com ela, sendo que na verdade já estava comprometido com uma mulher mais rica. Além de ter perdido a virgindade, o que já era terrível, ainda leva toda a culpa pelo que aconteceu, e por isso, ela não pode mais ter contato com a família e ela é levada para viver como governanta numa residência na Ilha de Man. Depois de um tempo, Anne foi contratada para cuidar das meninas Pleinsworth, primas de Daniel. E apesar da tentativa de manter seu passado oculto, a Lady Pleinsworth desconfiava que ela era de origem nobre e tinha motivos para negar sua criação.
Daniel, ao saber que Anne é a governanta de suas primas, resolve ir sempre à casa Pleinsworth sob o pretexto de vê-las, e sempre ia passear com elas, porque sabia que ela iria junto. E, com isso eles vão ficando cada vez mais apaixonados, mesmo que ela não adimita. Mas, o que ele não sabe, é que os segredos de Anne, vão além do tipo de criação que teve, e que agora, mais do que nunca, precisará conhecer o seu passado, pois ambos estão correndo perigo, e, desta vez, não tem nada a ver com o Lorde Ramsgate ou o duelo.

Já dizia mr. Rocherter em Jane Eyre, toda governanta tem uma história triste por trás.

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Resenha| Simplesmente o Paraíso

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Título: Simplesmente o Paraíso

Autora: Julia Quinn

Editora: Arqueiro

Série: Quarteto Smythe-Smith 01

nº de pgs: 272

Sinopse: Honoria Smythe-Smith é parte do famoso quarteto musical Smythe-Smith, embora não se engane e saiba que o dito quarteto carece sequer do menor sentido musical e tem esperanças postas que esta seja a última vez que se submeta a semelhante humilhação. Esta será sua temporada e com um pouco de sorte conseguirá um marido.
Durante um jantar, põe seus olhos em Gregory Bridgerton, um dos mais jovens da família Bridgerton. Sabe que não está apaixonada, mas ele parece uma opção mais que válida.
Marcus Holroyd é o melhor amigo do irmão de Honoria, Daniel, que vive exilado na Italia. Ele prometeu olhar por ela e leva suas responsabilidades muito seriamente. Odeia Londres e durante toda a temporada, permaneceu vigilante e intermediou quando acreditava que o pretendente não era o adequado.
Honoria e Marcus compartilham uma amizade, pouco atípica, fruto dos anos que se conhecem e que o torna parte da família.
Entretanto, um desafortunado acidente faz que ambos repensem sua relação e encontrem a maneira de confrontar o que surge entre eles, se tiverem coragem suficiente.

Que saudades que estava de ler Julia Quinn!

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Resenha| Príncipe Cativo: O Escravo

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Título: Príncipe Cativo – O Escravo

Autora: CS Pacat

Editora: V&R Editoras

Série: Príncipe Cativo – 01

nº de pgs: 320

Sinopse: Damianos é um herói para o seu povo e o legítimo herdeiro do trono de Akielos. Mas, depois da morte do pai, seu meio-irmão toma o poder e o captura, vendendo-o como escravo. O guerreiro é obrigado então a servir a Laurent, o príncipe de Vere, a poderosa nação inimiga. 
Para manter em segredo sua verdadeira identidade e as marcas que escondem seu passado, Damen – como também é conhecido – aceita a condição submissa. 
Mas Laurent é o que há de pior na corte de Vere. E, como nos meios políticos nada é o que parece ser, Damen é obrigado a estar ao lado do tirano manipulador, ainda que ele o odeie mais do que a qualquer pessoa. 
Laurent e Damen têm consciência de que não são sentimentos nobres que os aproximam, mas o desejo de supremacia que está na origem da discórdia entre as duas nações. 
Com um ritmo de tirar o fôlego, Príncipe Cativo: O escravo é uma narrativa que coloca em questão temas políticos e culturais. Uma saga épica, ao estilo de “Game of Thrones”, que entrelaça de maneira brilhante jogos de poder e sedução.

Podemos superar toda a polêmica envolvendo esse livro e ir para a história?

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Resenha| O Beijo do Vencedor

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Título: O Beijo do Vencedor

Autora: Marie Rutkoski

Série: Trilogia do Vencedor – 03

Editora: Plataforma21

nº de pgs: 448

Sinopse: A guerra começou. Arin está à frente dela com novos aliados e o império como inimigo. Embora tenha convencido a si mesmo de que não ama mais Kestrel, Arin ainda não a esqueceu. Mas também não consegue esquecer como ela se tornou o tipo de pessoa que ele despreza. A princesa se importava mais com o império do que com a vida de pessoas inocentes – e, sem dúvida, menos ainda com ele.
Pelo menos é o que Arin pensa.
Enquanto isso, no gélido norte, Kestrel é prisioneira em um campo de trabalhos forçados. Ela deseja desesperadamente escapar. Deseja que Arin saiba o que sacrificou por ele. E deseja fazer com que o império pague pelo que fizeram a ela.
Mas ninguém consegue o que quer apenas desejando.
Conforme a guerra se intensifica, Kestrel e Arin descobrem que o mundo já não é mais o mesmo.
O oriente está contra o ocidente, e os dois se encontram no meio de tudo isso. Com tanto a perder, é possível alguém realmente ser o vencedor?
Numa narrativa tão empolgante quanto sensível, a difícil paixão entre Kestrel e Arin alcança um novo patamar. O beijo do vencedor é o grande final da Trilogia do Vencedor.

Agora é guerra!

~Contém spoilers dos livros anteriores~

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